Engajamento

6 estratégias de engajamento estudantil para universidades

Estudantes interagindo com celular e materiais de estudo nas escadas de uma universidade

Imagem: Magnific.

Manter os alunos envolvidos com o curso vai muito além de garantir presença nas aulas. O engajamento estudantil envolve participação, interação, interesse pelo aprendizado e vínculo com a instituição.

Para uma IES, aumentar esse engajamento significa entender o comportamento dos alunos e criar experiências que façam sentido para diferentes perfis e momentos da jornada.

Esse artigo é um guia prático com 6 dicas valiosas para aumentar não apenas o engajamento dos estudantes como também a percepção de valor da instituição, boa leitura.

1. Defina quais comportamentos indicam engajamento

Antes de criar novas ações, a IES precisa saber o que significa um aluno engajado.

Acompanhe indicadores como acesso a plataforma, participação em atividades, entrega de trabalhos, frequência, interação com professores e evolução acadêmica.

Isso é possível quando há um sistema que além de obter essas informações, gera relatórios sobre o cruzamento desses dados e alerta sinais de risco muito antes de qualquer decisão.

O importante aqui é não tirar conclusões de nenhum dado isolado. É a combinação de diferentes sinais que mostra onde a instituição precisa atuar.

2. Personalize a comunicação com os alunos

Enviar a mesma mensagem para todos os estudantes reduz a relevância da comunicação.

Use informações sobre o momento acadêmico e o comportamento de cada grupo para definir o que comunicar, para quem e quando.

Um aluno que não acessa o ambiente virtual há semanas, por exemplo, pode precisar de uma abordagem diferente daquele que também teve queda de acessos, mas logo após uma sequência de notas baixas.

Percebe como analisar o todo faz diferença para direcionar a ação? É dessa forma que a personalização funciona, conhecendo profundamente o que cada aluno vive na instituição.

3. Aposte em metodologias que coloquem o aluno em ação

Aulas mais teóricas podem dividir espaço com atividades que exigem participação ativa.

Atividades colaborativas como estudos de caso ou debates, por exemplo, aproximam o conteúdo de situações práticas e dão ao estudante um papel mais efetivo no aprendizado.

Para aplicar essa estratégia, a IES pode identificar disciplinas ou cursos com baixa participação e apoiar os docentes na adoção gradual de metodologias mais interativas.

4. Fortaleça o vínculo entre alunos, professores e instituição

O relacionamento também influencia a forma como o estudante vivencia a faculdade.

Programas de mentoria, comunidades acadêmicas e momentos de interação entre alunos e professores, e até com a participação de outros especialistas, podem criar oportunidades de apoio e pertencimento.

Essa é uma estratégia interessante também para gerar mais valor para a instituição, uma vez que com ações como essas, o aluno se sente visto e motivado, principalmente em relação a empregabilidade após a conclusão do curso.

Por isso, é importante que essas ações tenham um acompanhamento próximo e sejam programadas para momentos mais críticos, como o início do curso ou a troca de semestre.

5. Use gamificação para estimular a participação

A gamificação pode transformar comportamentos desejados em desafios, metas e etapas mais claras para o estudante.

A IES pode utilizar pontos, níveis, missões, recompensas ou reconhecimento para estimular ações como concluir atividades, acessar conteúdos, participar de iniciativas acadêmicas ou acompanhar o próprio desempenho.

O mais importante é definir qual comportamento a gamificação pretende estimular antes de escolher a mecânica, e conhecer bem os alunos para ofertar como recompensa algo que realmente seja interessante para eles.

Exemplos de recompensas são: vouchers, cashback, descontos ou outros recursos que a instituição acredite ser motivador, essa é a maneira mais transparente e justa de incentivar os estudantes a cumprirem as atividades.

6. Ouça os alunos e transforme feedback em ação

Pesquisas de satisfação e canais de feedback são úteis para identificar dificuldades que os indicadores acadêmicos não mostram sozinhos.

Ouvir o aluno é o caminho mais rápido para personalizar as ações de forma assertiva, assim como as demais dicas até aqui, o benefício de menos evasão precisa vir do benefício que o estudante entende em participar e se manter na instituição durante toda a jornada.

Com essas informações, a IES pode mapear e priorizar os problemas mais recorrentes, facilitando o acompanhamento das ações implementadas e seus resultados.

Engajamento estudantil precisa virar ação

Não existe uma única estratégia capaz de manter todos os alunos engajados.

Nessa missão, o principal desafio é transformar dados em ações no momento certo. Uma tarefa bastante complexa se pensar na quantidade de alunos e escolas para monitorar.

A Movva existe para facilitar esse processo, unindo inteligência artificial com psicologia comportamental para ajudar instituições de ensino a identificarem sinais de desengajamento antes de qualquer tomada de decisão.

Com intervenções personalizadas e acompanhamento próximo durante toda a experiência do aluno, a Movva é a tecnologia que a sua IES precisava para reduzir a evasão escolar.

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