Uma IES gera informações sobre seus alunos durante toda a trajetória acadêmica: desempenho, participação, frequência, interações e outros sinais que ajudam a compreender o que está acontecendo ao longo do curso.
O desafio não está apenas em reunir essas informações. Está em interpretá-las em conjunto e transformá-las em decisões capazes de apoiar a permanência dos estudantes.
Isso se torna ainda mais importante diante de um cenário em que a evasão continua sendo um desafio. Segundo o 16º Mapa do Ensino Superior, a taxa de evasão em 2024 foi de 26,6% nos cursos presenciais e chegou a 41,9% na EAD na rede privada.
Por isso, acompanhar apenas o resultado final — quando o aluno já decidiu sair — limita a capacidade de atuação da instituição.
Acompanhe a leitura e descubra como analisar esses dados e agir de forma estratégica.
Por que olhar dados dos alunos além dos indicadores tradicionais?
Uma sequência de notas baixas, ausências e queda na participação podem chamar a atenção da instituição. Isoladamente, porém, esses sinais não explicam necessariamente porque o comportamento do estudante mudou.
A análise da trajetória precisa considerar diferentes dimensões para identificar padrões e compreender contextos. Por isso, a combinação de fatores acadêmicos, institucionais, socioeconômicos e pessoais é essencial para um acompanhamento efetivo do aluno.
Na prática, isso significa sair de uma leitura baseada apenas em “quem está com problema?” para perguntas mais assertivas como:
- Quais comportamentos mudaram?
- Em que momento isso aconteceu?
- Esse comportamento aparece em outros estudantes?
- O que pode estar por trás desse padrão?
- Qual tipo de ação faz sentido para cada situação?
Essas respostas ampliam as possibilidades sobre como prevenir a evasão, muito antes do aluno tomar a decisão de abandonar o curso.
Como a Movva funciona na prática?
A Movva transforma dados da jornada acadêmica em insights comportamentais para apoiar a retenção e permanência dos alunos nas instituições.
Nossa solução combina análise de dados, psicologia comportamental e gamificação para identificar sinais de risco e orientar intervenções.
Dessa forma, é possível:
- Encontrar condutas que podem indicar necessidade de atenção antes da evasão.
- Entender que estudantes com sinais semelhantes podem estar vivendo situações diferentes e, por isso, demandar estímulos diferentes.
- Usar essas informações para orientar ações mais adequadas ao contexto de cada grupo ou perfil.
- Observar como os estudantes reagem aos estímulos e acompanhar a evolução ao longo da jornada.
Esse processo transforma o dado em algo mais estratégico para a gestão, como um ponto de partida para decidir onde e como agir.
Onde entra a gamificação na estratégia da Movva?
Depois de mapear os comportamentos, vem a questão: como estimular a mudança?
É nesse ponto que a gamificação ganha função estratégica dentro da Movva.
Utilizamos estímulos de recompensa para guiar comportamentos importantes da jornada, como presença, participação, desempenho e progresso, além de tornar o esforço do aluno mais visível por meio das conquistas.
O diferencial está em não aplicar o mesmo estímulo indistintamente.
Quando a instituição entende seus alunos e os momentos de cada comportamento, é muito claro saber quais ações implementar, e principalmente, o resultado que se espera.
Assim, a gamificação deixa de ser apenas um recurso para tornar a experiência mais dinâmica e passa a fazer parte de uma estratégia de permanência orientada a dados.
Não espere o aluno chegar ao estágio de evasão, conte com a Movva para usar inteligência comportamental e personalização a favor do seu negócio. Conheça a Movva!